Hoje na Economia – 01/04/2025
Cenário Internacional
O ministro das relações exteriores da Ucrânia, Andrii Sybiha, afirmou que o país trabalhará com os Estados Unidos em busca de um acordo “mutuamente aceitável” sobre minerais.
Na agenda de dados noturna, na China, o PMI Caixin de manufatura subiu de 50,8 em fevereiro para 51,2 em março, acima da expectativa de 50,6. No Japão, a taxa de desemprego caiu 0,1 pp em fevereiro para 2,4%, e a leitura final do PMI de manufatura ficou em 48,4, vindo de 48,3 na preliminar.
Na Zona do Euro, o CPI subiu 0,6% M/M na leitura preliminar, em linha com as expectativas, com o núcleo avançando 2,4%. Além disso, a taxa de desemprego caiu 0,1 pp em fevereiro para 6,1% e a leitura final do PMI de manufatura ficou em 48,6 frente a 48,7 na preliminar. Na Alemanha, a leitura final do PMI de manufatura ficou em linha com preliminar em 48,3, enquanto no Reino Unido, ela ficou em 44,9, acima da prévia de 44,6.
Na agenda de hoje nos EUA, às 10h45 será divulgada a leitura final do PMI de manufatura de março. Às 11h será publicado o Jolts de fevereiro e o ISM de manufatura de março.
Cenário Brasil
No campo fiscal, o Valor Econômico informa que o Ministério da Fazenda reforçará a atuação no Judiciário para tentar destravar julgamentos que discutem mais de R$ 35 bilhões em créditos tributários no Carf, para reverter decisões que, na prática, beneficiam as maiores companhias abertas do país.
Ontem, a Petrobras anunciou uma redução de 4,6% no preço do diesel, equivalente a R$0,17 por litro de diesel, praticado nas refinarias da estatal e de 7,9% no de querosene de aviação.
Segundo fontes, a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil (BB) já desembolsaram R$ 1,1 bilhão em operações do novo modelo de crédito consignado para trabalhadores do setor privado no regime CLT nos primeiros sete dias de vigência.
Por fim, um destaque relevante foram as reuniões que Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, teve ontem com o CEO do BRB e com André Esteves, do BTG. De acordo com a imprensa, existem especulações sobre o BTG entrar na operação, e dirigentes de BRB e Master veem chance mínima do Banco Central rejeitar a negociação.
A agenda de hoje está esvaziada.